We’re back!

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Por favor não lembrem do filme de 2016. Esse é dos Caça-Fantasmas de verdade

Ter um blog é algo que se encaixa bem comigo.  Sou feio e doido demais para ter um canal no youtube, além do meu desprezo por 98% dos youtubeiros, e manter um site dá muito trabalho.  O formato de blog é perfeito.  Só tem um problema.  Sou muito preguiçoso.  E por isso abandonei um blog promissor com 100 visitas por dia a própria sorte.

Mas o mundo está mudando.  As forças do mal se levantam. Aqueles que pretendem destruir tudo o que é belo e bom se tornam mais fortes a cada dia e ocupam cada vez mais espaço em tudo.  Para tentar deter essas forças, urge que nos levantemos!  Assim, este blog volta ao ar.

Mas de quem estamos falando?  Donald Trump? Michel Temer? Jair Bolsonaro?  Não! Muito pior!  É o politicamente correto.  Essa praga ameaça destruir tudo o que gostamos em nome de uma sociedade cada vez mais idiotizada, pasteurizada e livre do pensamento independente.  Querem nos transformar nisso aqui:

O problema não é as pessoas pensarem que o mundo é cor de rosa, todos se amam, todo mundo quer ser vegano e o leão é amigo da zebra.  O problema é elas imporem esse pensamento e se você não rezar pela cartilha deles você passa a ser o maior vilão do universo.

Essas pessoas nos criticam por desejarmos um tratamento especial para um estuprador de uma criança de nove anos que deve ter seus direitos preservados, mas basta uma piada para nos tornarmos o mais perverso branco piroco cis estuprador.

Essas pessoas tem voz.  Isso elas fazem bem.  Organizam-se e pressionam os políticos para que eles adotem suas agendas.  Candidatam-se e votam neles mesmos e são eleitos.  E eleitos colocam lá suas agendas (a democracia funciona assim, eles estão certos).  Mas aí querem que todos não só os tolerem, mas sejam iguais a eles.

Mas nós temos um recado para eles:   Aqui não queridinha!  Em 2005, quando chamados a opinar, os brasileiros deram uma bela resposta a essa gente do politicamente correto que achavam que bastava meia dúzia de artistas e um artigo de página inteira do Wiliam Bonner no jornal e dissemos que não, não queremos perder nosso direito de se defender.  Se hoje houvesse novos referendos sobre as agendas deles, tenho quase certeza que isso ocorreria novamente.

Casamento civil gay?  Isso não incomoda ninguém, imagino que passaria pois as pessoas estão suficientemente esclarecidas.  Mas não se pode tirar o direito de quem for contra ser contra, desde que isso não signifique agredir ou constranger os outros.  Já aborto, tenho quase certeza que a população rejeitaria, mantendo esse tema do jeito que está hoje.

Não é só no Brasil, é em todo o mundo.  Os franceses em nome do politicamente correto proíbem manifestações religiosas públicas, seja de que religião for.  Uma muçulmana não pode usar o véu que sua religião diz.  Tudo para não ser ofensivo.  Tudo bem, são franceses, se você falar um pouco mais alto eles se rendem, mas mesmo assim.

E querem saber?  Estão tendo efeito inverso!  Essas pessoas defendem suas causas de uma maneira tão antipática que que provoca rejeição em pessoas que eles deveriam conquistar.  Muito de eu ter voltado hoje foi por ter batido boca no twitter com um idiota que acha que as marchinhas de carnaval devem ser banidas por serem homofóbicas!  Se não gosta, não ouve, não vá onde vão tocar, fique fora do carnaval.  Mas não vá atrapalhar ou proibir os outros de curtirem.

O Brexit, Donald Trump, ascensão da extrema direita pelo mundo são culpa do politicamente correto.  As pessoas simplesmente não suportam mais gente querendo dizer no que você tem que pensar.  Acabam reagindo de forma a ir contra o politicamente correto da maneira que acham correta.  A Esquerda perde terreno no mundo todo por abraçar essa agenda.  E claro, enquanto os politicamente corretos se preocupam em lacrar nas redes sociais, os que querem a liberdade de pensar fazem o que deveriam:  votam.

Comigo funciona assim.  Cada vez que esse politicamente correto me enche, mais a direita eu vou.  Se continuarem me enchendo até 2018, vou acabar votando no Bolsonaro pra presidente.  E, se ele vier a vencer a eleição, podem botar a culpa na geração lacre.

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Sobre Fernando Vieira

Engenheiro Mecânico. Trabalha no Rio mas mora em Petrópolis. Fez esse blog, pra comentar sobre tudo um pouco mesmo sem entender de nada.
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