Os cinco melhores shows do intervalo que já assisti no Superbowl

Desde que botei TV a cabo aqui em casa e que a ESPN estava no pacote me matou uma curiosidade:  Pude assistir futebol americano.  Passei a adorar o esporte e não perco mais as temporadas da NFL.

Daí que obviamente eu não perco os Superbowls que são o evento máximo do esporte.  Também é o maior evento do esporte nos EUA e só perde para os Jogos Olímpicos e as copas do Mundo de futebol e Rugby em importância mundial.

Em um Superbowl, tudo é grandioso.  Principalmente os valores.  A grana rola solta.  Um anúncio de 30 segundos custa a bagatela de 3 milhões de dólares.  Estima-se que mais de dois bilhões de pessoas assistam ao jogo.  É o segundo dia que os americanos mais comem (o primeiro é o dia de Ação de Graças), e por aí vai.

Uma tradição do jogo e que se torna quase tão importante quanto o jogo é o show do intervalo.  O que começou com bandas marciais de universidades hoje é uma superprodução com artistas de primeira linha do mundo, efeitos especiais e o escambau, que dura vinte minutos.  Montar e desmontar tudo do meio do campo para que o jogo continue faz parte do show (o tempo é curtíssimo e eles conseguem).

Vejo Superbowl desde 2000 quando o St Louis Rams derrotou o Tenessee Titans (Superbowl XXXIV).  Também vejo os shows do intervalo.  Abaixo coloco os 5 melhores shows (na minha opinião) que eu já vi dos Superbowls:

5 – The Who – Superbowl XLIV

O The Who é uma das bandas de rock mais competentes do mundo.  Ela tem tudo o que uma banda de rock tem que ter.  Riffs de guitarra, um vocal poderoso e uma melodia que identifica a banda logo de cara, a tal da identidade musical (coisa que não encontramos hoje em dia).  No caso desse Superbowl arrepia de ouvir os acordes de “Pinball Wizard” logo no comecinho do show e apenas voz e violão no começo da música.

4 – Shania Twain, No Doubt e Sting – Superbowl XXXVII

Apesar de cada um dos cantores não ter nada a ver um com o outro, o show foi bem legal e deu até bastante liga entre um e outro.  Tem uma piada óbvia que os amigos adorariam que eu mandasse (#Not) quando Shania Twain canta “Up” e sobe em uma plataforma (certamente o pessoal de baixo viu bem as pernas e algo mais da cantora).  Mas o ponto alto desse show é o Sting com “Message in a Bottle”.  Mas o que me fez colocar esse show aqui é porque eu acho a Shania Twain uma gracinha.

3 – The Black Eyed Peas – Superbowl XLV

Eu nunca achei que o Black Eyed Peas fosse uma banda de cantar puramente ao vivo (sem ajudas eletrônicas) até pelo estilo de música que eles fazem.  Mas eles são muito legais, o show foi repleto de efeitos especiais, como se esperava deles.  O ponto alto foi o Slash surgir no palco e tocar um trecho de “Sweet Child o’ mine”.  Aposto que foi a vez que ele tocou essa música em que ele estava mais feliz, afinal, é bem melhor tocar olhando para a Fergie do que para o Axl.

2 – U2 – Superbowl XXXVI

Como um bom fã de U2 claro que o show deles no Superbowl teria que estar aqui.  O U2 teve a responsabilidade de estar no primeiro Superbowl após os atentados de 11 de setembro.  Os EUA tentavam retomar a vida, o governo cheio de paranóias e os cidadão tentando continuar.  Assim, o U2 fez um show bastante simbólico, começando com “Beautifull Day” alegrando o show.  Ao fim, em uma lona foi projetado o nome de todas as vítimas dos atentados enquanto a banda entoava “When The Streets have no name” (uma música que fala de Nova Iorque.  Foi simples, e sensibilizou todo mundo.

1 – Bruce Springsteen & The E-Street Band – Superbowl XLIII

Acho que a principal coisa que faz um show ser bom é quando os músicos estão se divertindo.  No caso da E-Street com Bruce Springsteen isso não é problema.  Eles são conhecidos por fazerem shows com mais de três horas de duração.  O próprio Bruce brinca com isso no fim do show (quando entra um juiz dando a falta de “Delay of Game”).  A própria brincadeira, a interação entre os músicos mostra o quanto estão felizes em estar ali.  Além disso, eles fizeram um show emocionante tocando sucessos (e uma nova pra garantir o leitinho das crianças).  O final com “Glory Days” é de arrancar saudades (quem conhece a letra sabe do que estou falando).  Por isso, eles levam o primeiro lugar.

Esse ano teremos Madonna.  Vamos ver como vai ser.

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Sobre Fernando Vieira

Engenheiro Mecânico. Trabalha no Rio mas mora em Petrópolis. Fez esse blog, pra comentar sobre tudo um pouco mesmo sem entender de nada.
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