Família Dinossauros

Bem, eu tenho dois posts para fazer que estão na fila.  Quero contar minhas impressões da casa nova e também de um cara do interior no centro da segunda maior cidade do Brasil.  Além disso, uma amiga do twitter (a @Madysl) me lembrou de algo que venho pensando há muito sobre educação.  Mas tenho que falar de algo mais importante:  Hoje faz 20 anos que estreou Família Dinossauros!

 Quem não lembra da simpática família, daquela abertura de um poderoso dinossauro quebrando tudo e de repente soltando o bordão:  “Querida, cheguei!”  E daí tínhamos a abertura.  Eu adorava aquele programa.  E pensar que já tem tanto tempo…

Aqui no Brasil estreou passando na Xuxa se não me engano.  Fez tanto sucesso que foi promovido a horário nobre.  Passava junto com o Fantástico (não lembro se antes ou depois), mas lembro que a minha família se reunia para ver a família jurássica.  Lembro até do meu pai assistindo (sim, vendo esses programas fazerem 20 anos me mostra quanto tempo tem isso).

A série lembrava até “os Simpsons” no sentido de retratar uma família americana típica e seus problemas cotidianos, fazendo graça disso.  Eu gostava tanto que lembro de um monte de episódios até hoje.  Teve um grande, dividido em quatro partes que era “A guerra dos pistaches” que brincava com uma situação de guerra e tudo o que envolve a mesma:  Geralmente um motivo fútil para iniciá-la, o conflito fica pior do que se esperava, a família que manda um jovem para a guerra, as mentiras da mídia…

 Outro que me lembro foi quando o Bob Sauro não querer ser carnívoro (o Bob aliás fazia as vezes de adolescente rebelde, que contraria o pai em tudo).  Quando o Dino encontra brócolis no quarto dele, foi como se tivesse encontrado droga.  E o brócolis, da forma que estava lembrava bastante maconha.

O Dino era um pai de família americano típico, mas que podia facilmente ser brasileiro:  Pouco inteligente, com um emprego ruim, mal-pago, um chefe irritante (o Grande Sr Richfield, o qual sempre comparamos nossos chefes), um filho rebelde que o desafia sempre, uma filha consumista, uma criança que não gosta dele (“não é a mamãe”) e uma sogra que o odeia.  Tudo o que ele pode contar é com a esposa e com os amigos.  O Roy e o cara de tartaruga.

Essa série era muito legal, mostrava as verdades de forma cômica.  Assimilávamos mensagens importantíssimas de valores familiares e de críticas ao sistema dando risadas.  É uma forma ótima de fazer as pessoas pensarem.  A série marcou as pessoas também aqui no Brasil.  Praticamente todo mundo conhece.  Ela teve bordões que ficaram eternizados como o “Querida, cheguei!”, “vamos precisar de um outro Jimmy” e o mais famoso de todos “Não é a mamãe!”  Ela é tão influente, que, se você ainda não reparou, no canto do meu Blog tem uma referência a série, parafraseando a apresentação do Baby:  “Oi eu sou o Baby, precisa me amar!”

Descobri hoje que a série teve um final.  O Dino faz alguma besteira que acaba com o mundo dos dinossauros.  Não vi o episódio.  Mas o final é bem triste.  Vou tentar assistir.  Durou quatro temporadas e teve mais de 60 episódios.  Alguns dos quais devem estar inéditos no Brasil.  Uma pena.

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Sobre Fernando Vieira

Engenheiro Mecânico. Trabalha no Rio mas mora em Petrópolis. Fez esse blog, pra comentar sobre tudo um pouco mesmo sem entender de nada.
Esse post foi publicado em Causos e marcado , , , . Guardar link permanente.

Uma resposta para Família Dinossauros

  1. Maêva disse:

    rsrrs.. engraçado, pq justamento hoje vi uma versão resumida do ultimo EP. E passa uma boa mensagem. O grande dilema do mundo atual, a nossa Terra.

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